Acontecimentos

 

26 e 27 de MAIO 2017  – RAIAS POÉTICAS – V.N. FAMALICÃO

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20 e 21 de MAIO 2017  – FESTIVAL LITERÁRIO DA GARDUNHA

 

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Dias 13 e 14 de MAIO 2017  – FLIQ – FESTIVAL LITERÁRIO INTERNACIONAL DE QUERENÇA (Algarve)

 

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A  minha participação é a 10 de MAIO 2017

Livros a oeste

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ESCRITORES NO PALÁCIO – 9 de Maio – 10 h 00

 

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CABO VERDE – cidade da Praia – 11 A 19 de Março 2017 – convite do Instituto Camões

 

Centro Cultural Português - Praia - Cabo Verde - Março 2017

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FOLIO – Festival Literário Internacional de Óbidos

A MINHA PARTICIPAÇÃO neste festival é no dia 21 de Outubro 2015, 4ª feira., às 18 H 00

Leitura, Literatura, Ciência

11.00-12.30. Miguel Horta
15.00-16.30. Miguel Horta

18.00-19.30. Tertúlia VIVA A CIÊNCIA com

MIGUEL HORTA, CRISTINA CARVALHO E CARLOS FIOLHAIS

Modera: Pedro Pombo

Insere-se no FOLIO EDUCA – com curadoria de: MARIA JOSÉ VITORINO e TERESA CALÇADA – Educação e hábitos de leitura. Focando a importância da leitura e da literatura no processo de educação das sociedades. Centrado na integração dos futuros leitores e criadores9505_CMO_7D_400

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Sessão de apresentação do livro de poesia “Cintilações da Sombra” na Livraria Pó dos Livros, em 21 de Março 2013

A literatura e a poesia, esses milagres!

Muito boa tarde a todos os presentes.

E começo por agradecer a Victor Oliveira Mateus este convite para apresentar o livro – Cintilações da Sombra – conjuntamente com a Maria João Cantinho de quem sou amiga e a quem reconheço um importantíssimo e um superior valor poético.

Todo o começo se prende com alguma coisa e, sendo assim, inicio a minha apresentação com uma citação de François Mauriac,

Diz-me o que lês e eu dir-te-ei quem és. Mas conhecer-te-ia melhor se me dissesses o que relês.

Todos os poetas habitantes deste volume são, a meu ver, de grande e inquestionável qualidade. Faltam aqui alguns nomes importantíssimos e disto mesmo já dei conta a Victor Oliveira Mateus. De todo o modo, Victor Oliveira Mateus, ele próprio um dos poetas que integram esta antologia e que foi também o organizador-coordenador deste conjunto poético, teve o maior cuidado e rigor na seleção que agora se mostra.

Li todos os poemas aqui presentes. Naturalmente que aprecio uns mais que outros, mas isso é natural. Estranho seria que os apreciasse a todos do mesmo modo e com a mesma intensidade. Aqui estão reunidos poetas que eu não conhecia e também aqui estão presentes nomes consagradíssimos da poesia portuguesa contemporânea. Há também nomes não consagrados nem consagradíssimos, mas que eu espero, realmente, que venham a ser do conhecimento de todos. Poesia que conheço bem de pessoas que mal conheço mas que reconheço com toda a minha admiração.

É pois uma escolha total, esta, a de Victor Oliveira Mateus. Uma escolha de primeira grandeza e que em nada, mas mesmo nada, nada, nada se pode comparar, nem de perto nem de longe, a tanta, mas tanta antologia “poética” que, quase todos os dias é publicada. Mal publicada. Sem critério, sem rigor, sem qualidade. Apenas para vender todos os livros, de preferência todos de uma vez logo na sessão de apresentação aos familiares, aos vizinhos, aos amigos, aos amigos dos amigos. Negócio, portanto. Pequenas satisfações. Pequenos serviços, quanto a mim de muito mau gosto e de péssima conduta que resultam num empobrecimento cada vez maior do gosto de cada um, num país com um diminuto grau de conhecimento. Já não digo cultural. Digo, de conhecimento e de interesses.

Voltando a este livro, naturalmente que não vou mencionar nomes. São todos valorosos. Muito valorosos. E a diferença está à vista. Nem vale a pena discutir. Alguém poderá afirmar: o que é bom para ti pode não ser bom para mim e vice versa.

Não! Isso é sofisma! Desconhecimento! A definição de “bom”, muito para além da sensibilidade intrínseca, além da imagética e da idiossincrasia de cada um, o “bom” tem uma definição mais não seja estética! Há bom e há mau. Na poesia, na literatura, na pintura, na escultura, na culinária, no cabeleireiro, na rádio, nas televisões, nos jornais, em todo o lado. E a fraca qualidade literária é uma realidade também.

Temos, pois aqui, um livro muito bom. Com grandes poetas. De grande e absoluto sentimento. Não são segréis, nem jograis nem trovadores. São poetas por inteiro todos os nomes aqui apresentados. É poesia o que aqui se mostra.

A arte literária é mais uma insignificância do cosmos. Quantos e quantos quilómetros de linhas já foram escritas? Quantos pensamentos gloriosos já oferecemos aos nossos deuses? Quantos restam? Quantos encantos e desencantos vamos sofrendo? O que é que aprendemos? O que é que valemos? Que interesse tem tudo?

Tanta interrogação…

A poesia é algo que, usando palavras, não se pode definir nem soletrar. É uma expressão artística ambiciosa, que usa sangue e corpo, que tem de ser livre – como todas as expressões de arte ou como a própria vida –

Deverá ser simples e compreensível como uma correnteza de água, como um estremecer de folhas de árvore.

Cito John Keats, – “Se a poesia não surgir tão naturalmente como as folhas de uma árvore, é melhor que não surja mesmo.”

Mas não é, infelizmente, o que vemos. Eu diria até que a poesia que se deixa ver através de um vidro fosco, se não fosse tudo aquilo que sabemos que é, essa dita “poesia” estaria a definhar, tal é a indigência apresentada com todo o despudor, com toda a desvergonha, numa ânsia incompreensível de notoriedade, numa sede, numa fome, quase num desespero que em nada contribui para o conhecimento real do que, na verdade, é a poesia. Nem documento social é – e isso sim, teria muito interesse histórico!

Não que não seja legítimo toda a gente escrever e dar a conhecer as suas sensações. Claro que sim! Mas sempre a mesma coisa? Não há mais nada para desenhar que não sejam amorosos e delambidos  poemas de amor? O mundo resume-se a si próprio? É tudo poesia? Frases colocadas em fila, umas por debaixo das outras, sem nexo nem melodia? É tudo poesia?

Também  Hélia Correia diz em entrevista a Ana Marques Gastão em o “Falar dos Poetas”, edições Afrontamento – “É uma aberração chamar poesia à expressão de sentimentos em versinhos. A deriva semântica deu nisso e eu não posso deixar de indignar-me.”

E eu digo: sim senhor! Tudo é legítimo. Todas as vozes são para se ouvir, umas expressando-se melhor, outras pior, mas todas as vozes devem ser ouvidas. Não chamem é poesia a tudo o que se cozinha, a tudo o que se come, engole e regorgita. Haverá outras definições, certamente.

Quanto a mim, o papel da literatura e da poesia não é explicar o mundo. A literatura é o próprio mundo. A poesia é o próprio mundo. Porque são sentimentos, ideais, histórias experimentadas, visitas, efabulações, desenhos de memórias, conquistas, alegria e desespero. As palavras escritas devem formar um todo compreensível, – um romance, um conto, um poema. As palavras que servem as ideias, têm de ser uma dádiva. As palavras não podem viver subterraneamente de modo incompreensível ou navegar ao sabor da moda; as letras não devem agrupar-se em palavras que não tenham significado. Isso não é bom. Não é essa a interrogação que precisamos. Não é isso que perdura. Não é isso que prende. E está à vista de todos.

O pensamento existe. A estética da linguagem, também existe. O ideal também existe. As histórias existem. Os livros existem. A pessoa existe e a pessoa é a interrogação. É a pessoa que escreve histórias que deseja que a outra pessoa as leia, mas sobretudo, que as compreenda.

Não me atribuo, pois, o direito de ter sequer a pretensão de me pôr a analisar este livro ou seja o que for. Quando digo – analisar – estou a referir-me a uma situação teórica ou académica ou então, daquelas conversas que não são entendíveis por um ser humano normal, de atitude simples. O que eu quero dizer é que quando emito uma opinião, falo com o que o meu coração e os meus sentimentos e os meus poucos conhecimentos, ditam. Nada de intrincado e obscuro, portanto. A clareza e simplicidade acima de tudo.

Ao ler-se este livro fica o sentimento, o pensamento, reflexão sobre a vida, sobre a humanidade, sobre a sua verdade, principalmente sobre a sua verdade, tudo traduzido em poesia. Este é um livro de sentimentos. Procura incessante duma certa alegria, talvez.

E, finalmente, do meu entendimento da poesia, amiga com quem convivo desde que me conheço, desde que comecei a ler, posso dizer

Que não é estado de espírito; que não é necessidade; nem intempérie de amor, nem rumor ou piedade, nem doença nem saudade.

Não é, certamente, um acumular de palavras num esforço patético de dar voz aos amores e dar voz a coisa nenhuma. A poesia é para ser lida e observada meticulosamente, é para ser sorvida com todo o cuidado, é para ser apreciada palavra por palavra, frase por frase, conceito por conceito porque toda ela é densa, sofisticada, significante.

A poesia, o texto poético nasce da vida e acompanha a vida numa união imperceptível que se adensa na progressão infinita, que se espraia e se entende e purifica e anima e constrói. É uma arte. E como toda a arte tem uma linguagem que permite tudo, sempre! As obras e os actos do homem ou se condenam ou se purificam e a poesia ou os eleva ou os atinge.

Um livro de poemas não é algo que se devore instantaneamente. O leitor recebe a poesia preparado para a receber. Não porque um poeta seja uma pessoa diferente das outras. A poesia é que é uma arte distinta, é uma arte de palavras e nada tão difícil de saborear como uma palavra nascida e escrita e alinhada que pretende dizer sobre a alma, sobre a vida, sobre os Homens. A poesia pode dizer tudo o que quiser. Pode ser lamacenta ou transparente, vertigem ou luz do luar.

Termino. Desde 1999 que se celebra o dia 21 de Março como o Dia Mundial da Poesia sendo um dos seus propósitos divulgar, ensinar e promover a poesia em todo o mundo.

Foi, pois, e em boa hora, apresentado e divulgado ao público português, resplandecente na sua cintilação poética e sem sombra de dúvida, a antologia  “Cintilações da Sombra”. Desejo-lhe um futuro caleidoscópico e radiante.

CRISTINA CARVALHO –

( texto protegido por direitos de autor)

21 de Março de 2013 em livraria Pó dos Livros na apresentação do livro de poesia “Cintilações da Sombra” – Labirinto Editora

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CORRENTES D’ESCRITAS – 2013

Fiz duas intervenções em duas mesas. A primeira no dia 23 de Fevereiro 2013 sob o tema “Os Meus Textos Não Têm Serventia” e a segunda intervenção no Instituto Cervantes em Lisboa no dia 25 de Fevereiro sob o tema “Onde Termina O Que Começa Agora” abaixo transcrito

ONDE TERMINA O QUE SE PERDE AGORA?

Ninguém, a não ser os que acreditam no infinito seja ele de espaço ou de tempo, de ambos indiferenciadamente ou outro conceito qualquer, ou aqueles que se arrogam, ou que julgam conhecer os limites do Universo, poderão responder a esta pergunta.

Nada se perde nem agora nem nunca porque nunca nada se encontrou. Ou, encontrando-se, o que é que se encontra?

À vossa frente, senhores, está alguém com grande dificuldade de crenças ainda que isso fosse o ideal dos ideais. Para um niilista, por exemplo, não há começos nem finais, nada existe. Portanto, nada começa e se nada começa, nada acaba. É uma posição de grande conforto e mesmo assim complicada. A minha crença é bastante vaga, indefinível e muito menos explicável. Baseia-se sobretudo, na contemplação incrédula – do resquício que me é possível observar –  do universo. Vejo um tecto azul, quando é azul. Ou seja, vejo nada! Tem princípio? Tem fim? Não há respostas, nunca houve nem nunca haverá. É claro que cada um de nós defenderá, até para sua salvação e protecção, quer psicológica quer afectiva, cada um defenderá a sua fé com aparente objectividade: um Deus antropomórfico. Até porque essa ideia é muito mais comovente e muito mais acolhedora: imaginar um homem divino. Grande, alto, cabelo longo, barba farta, tudo branco, sempre sentado não se sabe bem onde, se em nuvens, se em sofás. Assim deste modo, Deus tem um limite que se assemelha à nossa própria finitude. Teve um começo. O Filho que também é Pai nasceu das entranhas de uma mulher. Com que semente? Esse é o mistério, mas nasceu à nossa semelhança. Por isso terminou um dia como eu ou cada um de vós também terminará. Assim, sim. Vale a pena. E depois, Deus, ou me leva para perto de Si, para o céu sem fim – era assim que as crianças fixavam essa imagem divina: Deus como homem; céu como um espaço arredondado de cor azul tendo como limite as margens da folha onde essa imagem estava impressa; as suas roupas sempre amplas e sempre de sandálias. Deus tem um fim. O fim que a velhice traz consigo. Porque Deus, ora é velho ora é bebé. Ora nasce, ora morre, ora começa, ora acaba…A outra hipótese é Deus ignorar-me e deixar-me cair para o abismo porque não consegui encontrá-Lo.

Neste caso, o fim da vida é o limite. Tudo o que se encontrou até agora, e até mesmo tudo o que se vai perdendo porque se encontrou terminará, inexoravelmente, nesse limite. Nada aconteceu, portanto. Entretanto, nada aconteceu. E ao mesmo tempo tudo se renova ou renasce, dependendo da crença.

A questão é saber se o que agora começa, começa agora. Se não começou antes. O mais certo é que começou antes, muito antes de mim ou então – e esta é, para mim, a hipótese mais viável, tudo começou quando eu nasci. Até porque nem me consigo lembrar de alguma coisa que esteja para trás de mim. Nem me lembro de como foi a minha vida aquática, essa que terminou quando as minhas brânquias se perderam. As minhas e as vossas. Ninguém se lembra. E, no entanto, dizem que muito mundo já existia!

O que se perde agora, nunca mais será encontrado. Ou seja, o espaço das coisas, dos objectos, das pessoas, das famílias, das amizades e, sobretudo, o espaço das ideias. Tudo o que não for aproveitado, perder-se-à inexoravelmente. Terminará num limbo sem princípio nem fim. E, já agora, toda esta gentuça que por aí vagueia, culturalmente sem eira nem beira – refiro-me a esses governantes cheios de responsabilidades que tudo têm deitado a perder num quotidiano já tão desgraçado, tão insípido e incolor, essa gente sem noção de património que não avança e nada vê nem nada sente, além de números agudos, cortantes e letais, essa gente muito tem contribuído, ultimamente, para o esvaziamento do nada. A coisinha pouca que havia, deixa de haver.

É Portugal, juntamente com mais meia dúzia de países a sul da Europa, um reduto de misérias, de sobressaltos, de interrogações produzidas à conta de quem pouca ou nenhuma sensibilidade apresenta para conduzir uma sociedade. Temos tido muito azar mas acho que também temos alimentado e feito crescer este azar.

Como disse Lincoln – tem mais força um voto do que um tiro de canhão. Pois é. Será?

Pode ser que num futuro bem próximo, a vergonha se nos termine como se nos começou. Tenhamos esperança porque tudo flui (Heráclito). Tudo flui! Como as águas de um rio que correm e onde ninguém se pode banhar duas vezes.

Para terminar,

“Se não me perguntarem, sei o que é; se me perguntarem, não sei” – Santo Agostinho acerca do tempo.

Qualquer destes pensamentos está directamente relacionado com o tema da nossa mesa. Ou seja, não há respostas para quase nada e mesmo para o que há, para o que tem havido, são respostas que se espalham em todos os raios de luz que se dirigem sempre e sempre para o infinito. O ontem foi uma realidade que terminou hoje sem sabermos se se perderá para amanhã.

E agora, a propósito e relembrando a queda do meteorito, na Rússia. Mas que objecto desgovernado, caído repentinamente espalhou o terror nas pobres e espavoridas figuras humanas! Que tristes somos! Que fragilidades, que pequenos e ridículos seremos diante de um fim inesperado, agachados, rastejantes e fugidios, pedindo a clemência divina, perdendo-nos num começo que tarda em terminar? É que nós, humanidade, ainda somos muito jovens tendo em consideração a idade do planeta para não falar do abismo sem idade e sem princípio nem fim que é o universo! Que assunto melhor é que dispomos para conversar sobre “onde termina o que começa agora” senão este o do universo?

Mas dele não falaremos. Esta é a minha tendência para a desconversa. Ou seja, estou sempre a falar no mesmo!

É sempre preferível organizar uma conversa com um tema palpável, com princípio, meio e fim, se é que isto quer dizer alguma coisa. No nosso princípio, o dos homens, fomo-nos construindo  átomo a átomo, célula a célula, cabelo a cabelo tal e qual como a poupa que antes de ter poupa não tinha poupa…Tudo leva o seu tempo e tudo o que começa, acaba, ainda que nos possamos lembrar de tantas importâncias de um passado tão próximo. Situo-me numa perspectiva holística em que as partes e o todo formam o mesmo todo, cada um com a sua forma própria, as suas funções próprias, o seu lugar próprio, os seus tempos próprios. É da vida que se trata!

A literatura, por exemplo e toda a criação artística são actos que se praticam no presente do indicativo e podemos descortinar nelas um somatório de obras do passado com espreitadelas para o futuro adivinhável ou supostamente adivinhável.

Ainda hoje falamos da epopeia de Gil Gamesh, em Homero, em Sócrates, em Lao-Tsé, em Dante, em Boécio, em Copérnico, em Cervantes, em Santo Agostinho e tantas outras figuras patrimoniais. Muita coisa, muitas recordações daquelas que a humanidade guarda no coração como essências culturais ainda não terminaram fruto da sua própria conservação, virtude das mãos e da cabeça do homem.

Por mim, se há pensamento que exalto é o de Giordano Bruno queimado vivo na fogueira por heresia porquanto proclamou em voz alta demais o seu inquietante pensamento sobre a finitude do Universo e a infinitude de Deus.

Para ele, não havia finais que nos envolvessem.

(…)e digo que Deus é “totalmente infinito”, porque está inteiramente em todo o mundo, e em cada uma de suas partes, infinita e totalmente; ao contrário da infinitude do universo que reside totalmente no todo e não nas partes (…).

Mas que mundo? Este mundo sem princípio nem fim? Talvez essa perspectiva holística que há pouco aflorei se ajuste a esta ideia indefinível de infinitude.

Procurei assim fazer apenas um alinhavo inconcluso sobre um tema inesgotável, como a criança que tentava esgotar o mar numa poça na areia.

CRISTINA CARVALHO

(texto protegido por direitos de autor)

CORRENTES D’ESCRITAS – Instituto Cervantes – 25 de Fevereiro de 2013

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EM ACTUALIZAÇÃO

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Sessão de leitura de LUSCO-FUSCO na Escola Secundária Inês de Castro, em V. N. de Gaia, em 25 de Novembro 2011

Sessão no Centro Cultural Vila-Flor em Guimarães no âmbito  de Guimarães, capital europeia da cultura, no dia 22 de Novembro 2011.

BIBLIOTECA ESCOLAR ARGA E LIMA

Cristina Carvalho-Rómulo de Carvalho/António Gedeão Obra e afinidades

Lanheses - Viana do Castelo
22 de Fevereiro de 2011

http://animoto.com/play/cIKDgutwVovbeRNmkK1oxw
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